{"@context":"https://schema.org","@type":"NewsArticle","mainEntityOfPage":"/noticias/para/906244/em-10-anos-para-reduziu-numero-de-homicidios-em-253","headline":"Em 10 anos, Pará reduziu número de homicídios em 25,3%","datePublished":"2025-05-13T09:04:48.173-03:00","dateModified":"2025-05-13T09:04:37.78-03:00","author":{"@type":"Person","name":"Luiza Mello/ Diário do Pará","url":"/noticias/para/906244/em-10-anos-para-reduziu-numero-de-homicidios-em-253"},"image":"/img/Artigo-Destaque/900000/generate-image-1_00906244_0_.jpg?xid=3054424","publisher":{"@type":"Organization","name":"DOL","url":"/","logo":"/themes/DOL/img/logoDOL.png","Point":{"@type":"Point","Type":"Customer ","telephone":"+55-91-98412-6477","email":"[email protected]"},"address":{"@type":"PostalAddress","streetAddress":"Rua Gaspar Viana, 773/7","addressLocality":"Belém","addressRegion":"PA","postalCode":"66053-090","addressCountry":"BR"}},"description":"O Pará reduziu em 25,3% o número de homicídios em 10 anos, segundo o Atlas da Violência. Entenda as causas e implicações dessa queda.","articleBody":"\\u0026lt;p\\u0026gt;O Par\\u0026#225; est\\u0026#225; entre as unidades federativas que apresentaram redu\\u0026#231;\\u0026#245;es sistem\\u0026#225;ticas das taxas de homic\\u0026#237;dios nos \\u0026#250;ltimos anos. O Atlas da Viol\\u0026#234;ncia, publicado pelo Instituto de Pesquisa Econ\\u0026#244;mica Aplicada (Ipea) em parceria com o F\\u0026#243;rum Brasileiro de Seguran\\u0026#231;a P\\u0026#250;blica, registrou que, no per\\u0026#237;odo de uma d\\u0026#233;cada (entre 2013 e 2023), foi registrada a redu\\u0026#231;\\u0026#227;o de 25,3% no n\\u0026#250;mero de homic\\u0026#237;dios em territ\\u0026#243;rio paraense. Considerando a compara\\u0026#231;\\u0026#227;o entre os anos de 2022 e 2023, esta queda foi de 12,4%.\\u0026lt;/p\\u0026gt;\\u0026lt;p\\u0026gt;Os especialistas em seguran\\u0026#231;a p\\u0026#250;blica que comp\\u0026#245;em o F\\u0026#243;rum atribuem essa queda nas taxas de homic\\u0026#237;dios ao que chamam de uma “revolu\\u0026#231;\\u0026#227;o invis\\u0026#237;vel” no setor, que est\\u0026#225; substituindo o policiamento ostensivo por, entre outras a\\u0026#231;\\u0026#245;es, a implementa\\u0026#231;\\u0026#227;o de programas de preven\\u0026#231;\\u0026#227;o multissetoriais, em alguns Estados.\\u0026lt;/p\\u0026gt;\\u0026lt;h3\\u0026gt;CONTE\\u0026#218;DOS RELACIONADOS\\u0026lt;/h3\\u0026gt;\\u0026lt;ul\\u0026gt;\\u0026lt;li\\u0026gt;\\u0026lt;a href=\\u0026quot;/noticias/servico/906235/transporte-publico-em-belem-veja-como-emitir-ou-renovar-es?d=1\\u0026quot; target=\\u0026quot;_blank\\u0026quot; data-rel-defined=\\u0026quot;true\\u0026quot;\\u0026gt;Transporte p\\u0026#250;blico em Bel\\u0026#233;m: veja como emitir ou renovar es\\u0026lt;/a\\u0026gt;\\u0026lt;/li\\u0026gt;\\u0026lt;li\\u0026gt;\\u0026lt;a href=\\u0026quot;/noticias/policia/905732/seis-pessoas-sao-presas-por-extorsao-e-trafico-em-barcarena?d=1\\u0026quot; target=\\u0026quot;_blank\\u0026quot; data-rel-defined=\\u0026quot;true\\u0026quot;\\u0026gt;Seis pessoas s\\u0026#227;o presas por extors\\u0026#227;o e tr\\u0026#225;fico em Barcarena\\u0026lt;/a\\u0026gt;\\u0026lt;/li\\u0026gt;\\u0026lt;li\\u0026gt;\\u0026lt;a href=\\u0026quot;/noticias/para/906147/estudo-mapeia-violencia-sexual-infantojuvenil-no-para?d=1\\u0026quot; target=\\u0026quot;_blank\\u0026quot; data-rel-defined=\\u0026quot;true\\u0026quot;\\u0026gt;Estudo mapeia viol\\u0026#234;ncia sexual infantojuvenil no Par\\u0026#225;\\u0026lt;/a\\u0026gt;\\u0026lt;br\\u0026gt;\\u0026lt;/li\\u0026gt;\\u0026lt;/ul\\u0026gt;\\u0026lt;p\\u0026gt;Entre esses programas, o relat\\u0026#243;rio destaca o “Territ\\u0026#243;rios da Paz”, implementado pelo governador do Par\\u0026#225;, Helder Barbalho, em 2019, logo no in\\u0026#237;cio de sua gest\\u0026#227;o no primeiro mandato. “Quando consideramos os cinco estados que apresentaram redu\\u0026#231;\\u0026#245;es sistem\\u0026#225;ticas das taxas de homic\\u0026#237;dio a partir de 2016 e 2017, todos eles aram a adotar programas e planos estrat\\u0026#233;gicos”, destaca o texto.\\u0026lt;/p\\u0026gt;\\u0026lt;p\\u0026gt;“Evidencia-se que na d\\u0026#233;cada ada o Brasil despertou para a necessidade de mudar a forma de fazer seguran\\u0026#231;a p\\u0026#250;blica, de uma maneira inercial, baseada no improviso e centrada meramente no policiamento ostensivo, para um paradigma baseado em planejamento e boa gest\\u0026#227;o orientada por resultados e pelas evid\\u0026#234;ncias quanto ao que funciona”, revela o relat\\u0026#243;rio.\\u0026lt;/p\\u0026gt;\\u0026lt;p\\u0026gt;Quer mais not\\u0026#237;cias de pol\\u0026#237;cia? \\u0026lt;a href=\\u0026quot;https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9IlAw2v1J02cbfQ31H\\u0026quot; target=\\u0026quot;_blank\\u0026quot; data-rel-defined=\\u0026quot;true\\u0026quot;\\u0026gt;e o nosso canal no WhatsApp\\u0026lt;/a\\u0026gt;\\u0026lt;br\\u0026gt;\\u0026lt;/p\\u0026gt;\\u0026lt;p\\u0026gt;Junte-se a essa iniciativa, segundo o FBSP, a\\u0026#231;\\u0026#245;es como gest\\u0026#227;o por resultados, intelig\\u0026#234;ncia policial, entre outras, que fazem parte do projeto de seguran\\u0026#231;a p\\u0026#250;blica implementado no Estado\\u0026lt;/p\\u0026gt;\\u0026lt;p\\u0026gt;O secret\\u0026#225;rio de Seguran\\u0026#231;a P\\u0026#250;blica e Defesa Social do Par\\u0026#225; (Segup), Ualame Machado, destaca que a redu\\u0026#231;\\u0026#227;o dos \\u0026#237;ndices de criminalidade \\u0026#233; fruto de uma atua\\u0026#231;\\u0026#227;o coordenada. “O combate \\u0026#224; criminalidade \\u0026#233; uma constante no nosso trabalho. O resultado vem da uni\\u0026#227;o entre o policiamento ostensivo, a\\u0026#231;\\u0026#245;es de intelig\\u0026#234;ncia e os investimentos robustos do Estado. Nosso objetivo \\u0026#233; manter essa tend\\u0026#234;ncia de queda e garantir mais seguran\\u0026#231;a e paz social \\u0026#224; popula\\u0026#231;\\u0026#227;o paraense”, afirmou Machado. Em 2013, ano que \\u0026#233; refer\\u0026#234;ncia para ser comparado aos dados do relat\\u0026#243;rio, a taxa de homic\\u0026#237;dios registrados por 100 mil habitantes no Par\\u0026#225; era de 42,5 mortes. Em 2017, o Estado do Par\\u0026#225; atingiu seu \\u0026#225;pice neste triste \\u0026#237;ndice: com 54,6 mortes por cada grupo de 100 mil, o Par\\u0026#225; foi o 4\\u0026#186; estado mais violento do Brasil, pulando para um in\\u0026#233;dito 2\\u0026#186; lugar em 2018, ficando atr\\u0026#225;s apenas do Cear\\u0026#225;.\\u0026lt;/p\\u0026gt;\\u0026lt;h3\\u0026gt;JOVENS\\u0026lt;/h3\\u0026gt;\\u0026lt;p\\u0026gt;Outro destaque que consta no relat\\u0026#243;rio Atlas da Viol\\u0026#234;ncia \\u0026#233; a queda nos homic\\u0026#237;dios de jovens entre 15 e 29 anos no Par\\u0026#225;. Na compara\\u0026#231;\\u0026#227;o do ano de 2018 com 2023, a redu\\u0026#231;\\u0026#227;o na taxa de homic\\u0026#237;dios \\u0026#233; de - 51%. No n\\u0026#250;mero de assassinatos na faixa et\\u0026#225;ria por grupo de 100 mil habitantes, foi registrada queda de 50,2% (varia\\u0026#231;\\u0026#227;o de 2018 a 2023). Em 2018 o n\\u0026#250;mero de mortes nesta faixa chegou a 201,6 por 100 mil/hab – entre as 10 maiores do Brasil – reduzindo para 98,2 em 2023. Considerando apenas os homens jovens de 15 a 29 anos, de 2018 para 2023 houve queda de 50,7%.\\u0026lt;/p\\u0026gt;\\u0026lt;p\\u0026gt;O relat\\u0026#243;rio do F\\u0026#243;rum Brasileiro de Seguran\\u0026#231;a P\\u0026#250;blica aponta que, no contexto do pa\\u0026#237;s, ao longo dos onze anos de an\\u0026#225;lise (2013-2023), os 312.713 homic\\u0026#237;dios de jovens resultaram em uma perda de 14.788.282 anos potenciais de vida, de acordo com o Anos Potenciais de Vida Perdidos (APVPs) , metodologia que usa como base, a diferen\\u0026#231;a entre a idade no momento do \\u0026#243;bito e a expectativa de vida calculada pelo IBGE.\\u0026lt;/p\\u0026gt;\\u0026lt;p\\u0026gt;Os acidentes, como a segunda causa mais frequente de mortes entre os jovens brasileiros, foram respons\\u0026#225;veis por 7.285.862 anos potenciais de vida perdidos, o que demonstra que os homic\\u0026#237;dios retiraram aproximadamente o dobro de APVPs em rela\\u0026#231;\\u0026#227;o aos acidentes. No caso de homic\\u0026#237;dios entre jovens, a idade de vinte anos foi a que registrou o maior n\\u0026#250;mero de APVPs, totalizando 1.302.246 anos perdidos, indicando que os jovens no in\\u0026#237;cio da juventude am o maior fardo da viol\\u0026#234;ncia.\\u0026lt;/p\\u0026gt;\\u0026lt;h3\\u0026gt;MULHERES\\u0026lt;/h3\\u0026gt;\\u0026lt;p\\u0026gt;O \\u0026#237;ndice geral divulgado pelo Atlas da Viol\\u0026#234;ncia mostra que a taxa de homic\\u0026#237;dios de mulheres no Par\\u0026#225; tamb\\u0026#233;m registrou queda de -6,5%, colocando o Estado entre as 15 unidades federativas que apresentaram redu\\u0026#231;\\u0026#227;o nesse tipo de crime.\\u0026lt;/p\\u0026gt;\\u0026lt;p\\u0026gt;Por outro lado, em 10 estados brasileiros essa taxa de homic\\u0026#237;dios aumentou, sendo que as maiores taxas feminic\\u0026#237;dios foram registradas em estados da regi\\u0026#227;o amaz\\u0026#244;nica, com Roraima no topo, com 10,4 homic\\u0026#237;dios a cada 100 mil mulheres, seguido por Amazonas e Rond\\u0026#244;nia, ambos com 5,9.\\u0026lt;/p\\u0026gt;\\u0026lt;p\\u0026gt;As mulheres negras s\\u0026#227;o as que mais morrem de forma violenta, com 7 casos a cada 10 mulheres assassinadas. Dos 3.903 casos registrados em 2023, 2.662 eram negras, o que representa 68,2% do total. A taxa de mortes de mulheres negras \\u0026#233; de 4,3, enquanto \\u0026#233; de 2,5 para as mulheres n\\u0026#227;o negras.\\u0026lt;/p\\u0026gt;","keywords":"Atlas da Violência,feminicídio Pará,homicídios jovens,redução de homicídios,segurança pública Pará"}
plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 27°
cotação atual R$


home
SEGURANÇA PÚBLICA

Em 10 anos, Pará reduziu número de homicídios em 25,3%

Dados estão no Atlas da Violência, feito pelo Ipea em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Relatório destaca o “Territórios da Paz”, implementado pelo governador Helder Barbalho no início de sua gestão

twitter Google News
Imagem ilustrativa da notícia Em 10 anos, Pará reduziu número de homicídios em 25,3% camera A instalação das Usinas da Paz, aliada a outras medidas, vem ajudando a reduzir os índices de criminalidade no Estado | ( Ricardo Amanajás/ Diário do Pará )

O Pará está entre as unidades federativas que apresentaram reduções sistemáticas das taxas de homicídios nos últimos anos. O Atlas da Violência, publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, registrou que, no período de uma década (entre 2013 e 2023), foi registrada a redução de 25,3% no número de homicídios em território paraense. Considerando a comparação entre os anos de 2022 e 2023, esta queda foi de 12,4%.

Os especialistas em segurança pública que compõem o Fórum atribuem essa queda nas taxas de homicídios ao que chamam de uma “revolução invisível” no setor, que está substituindo o policiamento ostensivo por, entre outras ações, a implementação de programas de prevenção multissetoriais, em alguns Estados.

CONTEÚDOS RELACIONADOS

Entre esses programas, o relatório destaca o “Territórios da Paz”, implementado pelo governador do Pará, Helder Barbalho, em 2019, logo no início de sua gestão no primeiro mandato. “Quando consideramos os cinco estados que apresentaram reduções sistemáticas das taxas de homicídio a partir de 2016 e 2017, todos eles aram a adotar programas e planos estratégicos”, destaca o texto.

“Evidencia-se que na década ada o Brasil despertou para a necessidade de mudar a forma de fazer segurança pública, de uma maneira inercial, baseada no improviso e centrada meramente no policiamento ostensivo, para um paradigma baseado em planejamento e boa gestão orientada por resultados e pelas evidências quanto ao que funciona”, revela o relatório.

Quer mais notícias de polícia? e o nosso canal no WhatsApp

Junte-se a essa iniciativa, segundo o FBSP, ações como gestão por resultados, inteligência policial, entre outras, que fazem parte do projeto de segurança pública implementado no Estado

O secretário de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup), Ualame Machado, destaca que a redução dos índices de criminalidade é fruto de uma atuação coordenada. “O combate à criminalidade é uma constante no nosso trabalho. O resultado vem da união entre o policiamento ostensivo, ações de inteligência e os investimentos robustos do Estado. Nosso objetivo é manter essa tendência de queda e garantir mais segurança e paz social à população paraense”, afirmou Machado. Em 2013, ano que é referência para ser comparado aos dados do relatório, a taxa de homicídios registrados por 100 mil habitantes no Pará era de 42,5 mortes. Em 2017, o Estado do Pará atingiu seu ápice neste triste índice: com 54,6 mortes por cada grupo de 100 mil, o Pará foi o 4º estado mais violento do Brasil, pulando para um inédito 2º lugar em 2018, ficando atrás apenas do Ceará.

JOVENS

Outro destaque que consta no relatório Atlas da Violência é a queda nos homicídios de jovens entre 15 e 29 anos no Pará. Na comparação do ano de 2018 com 2023, a redução na taxa de homicídios é de - 51%. No número de assassinatos na faixa etária por grupo de 100 mil habitantes, foi registrada queda de 50,2% (variação de 2018 a 2023). Em 2018 o número de mortes nesta faixa chegou a 201,6 por 100 mil/hab – entre as 10 maiores do Brasil – reduzindo para 98,2 em 2023. Considerando apenas os homens jovens de 15 a 29 anos, de 2018 para 2023 houve queda de 50,7%.

O relatório do Fórum Brasileiro de Segurança Pública aponta que, no contexto do país, ao longo dos onze anos de análise (2013-2023), os 312.713 homicídios de jovens resultaram em uma perda de 14.788.282 anos potenciais de vida, de acordo com o Anos Potenciais de Vida Perdidos (APVPs) , metodologia que usa como base, a diferença entre a idade no momento do óbito e a expectativa de vida calculada pelo IBGE.

Os acidentes, como a segunda causa mais frequente de mortes entre os jovens brasileiros, foram responsáveis por 7.285.862 anos potenciais de vida perdidos, o que demonstra que os homicídios retiraram aproximadamente o dobro de APVPs em relação aos acidentes. No caso de homicídios entre jovens, a idade de vinte anos foi a que registrou o maior número de APVPs, totalizando 1.302.246 anos perdidos, indicando que os jovens no início da juventude am o maior fardo da violência.

MULHERES

O índice geral divulgado pelo Atlas da Violência mostra que a taxa de homicídios de mulheres no Pará também registrou queda de -6,5%, colocando o Estado entre as 15 unidades federativas que apresentaram redução nesse tipo de crime.

Por outro lado, em 10 estados brasileiros essa taxa de homicídios aumentou, sendo que as maiores taxas feminicídios foram registradas em estados da região amazônica, com Roraima no topo, com 10,4 homicídios a cada 100 mil mulheres, seguido por Amazonas e Rondônia, ambos com 5,9.

As mulheres negras são as que mais morrem de forma violenta, com 7 casos a cada 10 mulheres assassinadas. Dos 3.903 casos registrados em 2023, 2.662 eram negras, o que representa 68,2% do total. A taxa de mortes de mulheres negras é de 4,3, enquanto é de 2,5 para as mulheres não negras.

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. e: dol-br.noticiasalagoanas.com/n/828815.

tags

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Notícias Pará

    Leia mais notícias de Notícias Pará. Clique aqui!

    Últimas Notícias